﻿_id	Texto Original	Traducao Satere-Mawe
1	Polícia cerca prédio da Seduc e indígenas temem reintegração de posse, em Belém	Surara'in ti ti auri Seduc tapyiaria ti te'eruwanentup reintegração,Belem tote
2	Lideranças e professores indígenas do Pará estão desde esta terça-feira ocupando a sede da Seduc, em Belém, em protesto contra mudanças feitas pelo governo de Helder Barbalho (MDB). Coletiva de imprensa marcada para acontecer hoje (15) foi impedida pela polícia. Membros da OAB foram barrados também.	Morekuaria hawyi puruwei'in Pará piaria desde terça -feira ocupado ti sede da Sedcu,Belem pe,em protesto contra mudanças feitas pelo governo de Helder Barbalho ( MDB) Sehay emprensa wywuat ti  sehay hamo tuwenug koity'i ( 15) foi impedida surara puopyi.OAB e mit'in ti yt te'eruwe hyt'ok wy.
3	Manaus (AM) –  A ocupação dos indígenas na sede da Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) segue sem diálogo com autoridades do estado e com ameaça de reintegração de posse. Na manhã de quarta-feira (15), a chegada de um efetivo de policiais de choque deixou em alerta as mais de 300 pessoas, a maioria indígenas, que ocupam a sede do órgão, em Belém. Os indígenas querem a revogação da lei que alterou a metodologia de educação escolar indígena no Pará.  Até a publicação desta reportagem, a operação de uma possível reintegração de posse ainda não havia sido executada, mas os indígenas prometem continuar no local.	Manaus ( AM) - Taapyiaria weke Sede da Secretaria de Estado de Educação do Pará ( Seduc) yt kat'i wo ehay ypyhik hap  estado porekuaria wywo hawyi ti aru e hap wywo,Quarta-feira hune'i turan  (15),surara'in put'ok e hamuat turan mi'i hap ti inug mitug muat hap 300 mit,tapyiria hap,ocupam a sede do orgão,em Belem,tapyiria'in ti iky'esat  ti  revogação da lei que alterou a metodologia de educação escolar indiegna do Pará.Ate a publicação desta reportagem,a operação de uma possivel reitegração de posse ainda nao havia sido exceutado,ma'ato  tapyiria te'ero'e mejumpe aru urutukut te 'en.
4	A liderança Alessandra Korap Munduruku, uma das indígenas à frente do protesto, relatou à Amazônia Real que ela estava na expectativa da reintegração na calada da noite desta quarta. Uma de suas preocupações é com a falta de comunicação, pois a energia e o fornecimento de água foram cortados no prédio da Seduc como forma de forçar a saída dos indígenas. Ela gravou um vídeo relatando que hoje (16) integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Pará, foram barrados pela polícia.	Morekuap Alessandra Korap Munduruku,wentup morekuap yjaimiat mejewat protesto  to'e Amazonia Real mi'i ti  tuwehaponik na reintegração de posse wantym hake.Wentup  iwanentup hap ti yt kat'i sehay-sehay, y'y hawyi arianty mitek Seduc pe, aikotã pote toren te'eruwentep prédio pyi.Ela gravou um video relatando que hoje(16) integrantes da Ordem dos Adddvogados do  Brasil ( OEA) ,seccional Pará,surara'in yt i'atuporereke'i.
5	“Está chegando um monte de polícia, mas a gente não vai sair, a não ser que carreguem a gente com toda a violência que eles fazem aí a gente sai, mas como os nossos parentes falaram, se sairmos daqui, vamos para outra [secretaria], porque a gente não vai sair de Belém. Parece que vão querer entrar a noite, não tenho certeza”, afirmou Alessandra.	""" Sese surara'in put'ok'e i'atu'e,ma'ato aru yt urutuwentep'i,ureupit pote yn,sio ma'ato yruwyria'in ,ma'ato urporenog'e pote aru wentup secretaria kape watu,katupone aru yt urutuwanentup'i Belem pyi,yt atikuap kahato"",to'e Alessandra."
6	Em vídeo nas suas redes sociais, o cacique Dadá Borari questionou o fato de o governador Helder Barbalho (MDB) mandar a polícia para reprimir os manifestantes ao invés de atender as reivindicações dos indígenas.	Em videos nas redes socias, morekuap Dada Borari to'e o fato de o governador Helder Barbalho ( MDB) tiporo surara'in para reprimir os manifestantes ao invés de atender as reivindicações dos indigenas..
7	“Aqui atrás, dá para vocês observarem, está aí a polícia, a força, que ele [Helder] mandou para tentar haver uma negociação. Só que a polícia não sabe o que é educação, não sabe os princípios da educação escolar indígena e nem o princípio de um modo de ensinar e de viver a uma nação indígena que preza pela sua autonomia e sua sabedoria”, disse o cacique, em sua rede social.	"""  I'apekai  ti,ewete  ha'at kuap ti, meje ti surara'in,que ele [ Helder[ sehay sehay hamo mi'iatuporo, .Ma'ato ti surara'in yt ikuap'i kat educação hap,yt toikuap'i principios de educação escolar indiegna hawyi yt o principio de um modo de ensinar de viver wentup nação indiegna que proeza sua autonomia hawyi sua sabedoria"", to'e morekuat,te rede social pe."
8	“Então esse é o governo do estado do Pará que tanto diz que é amigo de indígena. Assim? Mandando a polícia? Isso está tudo errado”, complementou.	""" Pyno ti mi'i Pará porekuat tapyiria wy uito e hat.Kotâ? Surara in po'oro? mi'i hap ti sese yt i'ewy'i"", to'e."
9	A Seduc não respondeu até a publicação desta reportagem se pediu a reintegração e se haveria ações para evitar algum conflito entre indígenas e os policiais.	Seduc ti yt i'atuwesat'i  mesuwat reportagem imoherep pykai sio mientum reintegração sio toig korã pote tren yt waku'i  e hap tapyiaria hawyi surara'in wywo hamo.
10	A liderança Auricélia Arapiuns, da região do Baixo Tapajós, contou à Amazônia Real sobre a pressão que está sendo feita. “No início da manhã teve uma movimentação aqui com a chegada da Tropa de Choque da Polícia Militar e começaram a rodear o prédio, falaram que alguém disse que ia ter reintegração de posse, nós viemos conversar com a polícia e falaram que não é reintegração de posse, que estão aqui para garantir a segurança”, disse.	"Morekuat Auricélia Arapiuns,da região do Baixo Tapajós,to'e ti Amazonia Real sobre a presão que esta sendo feita."" Hune'i turan ti wentup movimentação mejumpe put ok'e  ti Tropa de Choque da Policia Militar hawyi tuwe sa'awynug i'auri hap. He predio ti,uwerankat ti sio mi'itan aru e,urutuwat sehay surara'in wywo hamo,yt kat'i reintegração de posse,mijumpe ti urutukup te'en seguraança hamo"",to'e."
11	Jornalistas barrados pela polícia	Jornalistas barrados pela polícia.
12	O clima ficou tenso no início da tarde, quando uma coletiva que estava marcada para acontecer às 15h foi cancelada. Os policiais, segundo os indígenas, impediram de ela acontecer dentro da Seduc. Eles também bloquearam a entrada de jornalistas para ouvir os indígenas sobre seu protesto.	O clima ti topyhu'at  sese yt waku'i,karampe sehay-sehay wentup sok  ti estava para acontecer as 15 h foi cancelada. Surara hin,tapyiaria ti,  yt iky'esat sehay Seduc pe. Eles bloquearam weke jornalistas wanentup hamo sobre seu protesto.
13	Com o som dos maracás e gritando em conjunto “Deixa a imprensa entrar, deixa a imprensa entrar”, e “Fora Rossieli”, entre os discursos, a coletiva de imprensa da ocupação indígena contra o fim do Sistema de Organização Modular de Ensino (Some) e sua substituição por aulas on-line do Centro de Mídias da Educação Paraense (Cemap), precisou acontecer do lado de fora da sede da Seduc do Pará, após a Rocam, da Polícia Militar, impedir a entrada dos jornalistas. Rossieli Soares da Silva é o secretário da Educação do Pará.	"Com o som dos maracás e gritando em conjunto"" te'eruweke imprensa,tero imprensa teke"", Fora Rossieli"", sehay wywo,a coletiva de imprensa da ocupação indiegna contraa o fim do Sistema de Organização Modular de Ensino ( Some)  haipepiat nug  wemu'e aulas on-line do Centro de Mídias da Educação Paraense ( Cemap), hawyi miky'esat minug do lado de fora da Seduc do Pará,após a Rocam da Policia Militar,impedir a entrada dos jornalistas,Rossieli Soares da Silva hawyi sio  secretario da Educação do Pará."
14	“Nós queremos saber qual é o problema da imprensa entrar aqui conosco e vir conversar de uma forma mais digna, com os povos indígenas que estão aqui neste momento, é uma forma de retaliação contra a imprensa e também uma forma de impedir que a imprensa divulgue realmente o que está acontecendo aqui dentro”, disse em entrevista à Amazônia Real Auricélia Arapiuns, no momento em que a imprensa era barrada.	""" Yruiky'esat ti  kat tupono  imprensa tuweke mujumpe  uruwywo sehay  sese wyao,tapyiaria  mejumpe korã turan,tapyiaria mejumpe turaan,hawyi wentup de froma de retaliação contra a imprensa hawyi wy ti wentup kotã yt e imprensa pe divulgue realmente sio ti tuwenug aqui dentro"",to'e sio entrvista  a Amazonia Real Auricélia Arapiuns,korã ti a imprensaa era barrada."
15	A coletiva, organizada por 14 povos indígenas com o objetivo de esclarecer à sociedade o motivo da ocupação e as reivindicações, precisou acontecer com os indígenas dentro da Seduc e os jornalistas do lado de fora. Os microfones foram colocados entre as grades e houve aglomeração devido o espaço inadequado.	Sehay wentup sok  14 ywania com objetivos de esclarecer a sociedade o motivo da ocupação hawyi  as reivindicações ,miky'esat ti tapyiria Seduc imuempue hawyi jornalistas do jornalistas do lado de froa. Os microfones mipaig irania 'in tok pe devido o espao inadequado.
16	Auricélia enxerga o impedimento como uma violação profissional e da própria Constituição Federal de 1988. “É uma violação dos direitos humanos, inclusive como aconteceu ontem no início da nossa ocupação aqui do nosso movimento e desde esse momento também essa violação constitucional livre da Imprensa”, afirma.	"Auricelia tuweha'at yt e hap aikotã violação profssional hawyi da própria  Constituição Federal de 1988. "" Wentup violação dos direitos humanos,inclusive kotã tuwemoherep ga'atpo tuwe sa'awynug  uruweke mejumpe uruwat movimento hawyi mesuwat korã turan essa violação constitucional livre da Imprensa "",afirma."
17	A liderança afirma que houve toda uma negociação para a coletiva acontecer e que a polícia havia concordado em receber a imprensa dentro da sede.	Morekuat ti to'e tog ti wentup negociação sio coletiva mi'i hamo hawyi ti tuwenug sehay surara 'in wywo  wy tuwenug misat impresa ti  sala umyem pe.
18	“Nós conversamos com o coronel para que às 15 horas fizéssemos uma coletiva de imprensa e acionamos a imprensa, organizamos o local, organizamos as lideranças que vão pra coletiva, e agora na hora que a imprensa chegou para fazer a coletiva a polícia não deixou entrar”, contou.	""" Uruhay coronel wywo ti 15 morania,urutunug wentup sehay hap imprensa wywo hawyi acionaos a impresa, organizamos o local,i'ewyte wy morekuaria ihay hamuat raakaria,hawyi ti put 'ok'era'yn mi'i turan aru e hap,surara'in yt iky esat'i weke hap"", to'e."
19	Segundo nota divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor), a ordem veio da Casa Civil do Governo do Estado. “A Polícia Militar do Pará impede neste momento que trabalhadores da imprensa acessem o prédio da Seduc, para participar de entrevista coletiva com indígenas que ocupam o local.  A proibição é do Coronel Mariuba que alega cumprir ordens do comandante da PM e da Casa Civil do Governo do Estado. Sinjor tenta acionar o secretário de segurança Ualame Machado, que não atende telefonema”, diz a nota.	"Typuat henoi hap misyt pok pelo Sindicado dos Jornalistas do Pará ( Sinjor), aru e hap ti tut  da Casa Civil do Governo do Estado."" Surara'in Pará piaria yt iky'esat'i imprensa piat motpap haria weke Seduc pit hap.yt  e hap ti tuwenug Coronel Mariuba to'e  ordens do comandante da PM hawyi da casa Civil do Governo do Estado. Sinjjor tenta cionar  o secretário de segurança Ualame Machado ,yt uruwe sat'i hayty puo"". to'e henoi hap."
20	A ocupação	Yt ipohepap 'i.
21	Desde ontem (14), indígenas de 14 povos do Pará ocupam a sede da Seduc no Pará pedindo que o Governo do Estado volte atrás na revogação da Lei 10.820/2024, que substitui professores, do Sistema de Organização Modular de Ensino (Some) por aulas gravadas e repassadas em TV’s nas aldeias. Em 42 anos de Some, essa foi a primeira vez que o Sistema teve o capítulo 2 da Lei, que regulamenta o Ensino Modular Indígena, excluído.	Ga'atpo pyi (14) ,ywania'in Pará piaria ocupam a sede da Seduc no Pará pedindo que o Governo do Estado ta aipok ti haipepe revogação daa Lei 10.820/2024,ti puruwei'in saipepiat nug  hap,Sistema de Organização Modular do Ensino ( Some) sio wemu'e hap gravadas puopywiat  hawyi miporerokosap em TV'S tawa ko'i puo. 42 akaiu ti Some toine'eg sa'awy'i ti tuwenug typy capitulo 2 da Lei,m'i ti regulamenta o Ensino Modular Indigena excluído.
22	O fim das aulas presenciais deve dar espaço às aulas do Centro de Mídias da Educação Paraense (Cemap), se o Governo do Pará não voltar atrás na medida.	Wemu'e kahuro wepit wuat hap ti waku mijum wemu'e hap  Centro de Mídias da Educação Paraense ( CEMAP) , Sio morekuat Pará piat yt ta'aipok 'i te hay kape.
23	Os indígenas pedem, além da revogação da medida, pela exoneração imediata do atual secretário da educação da Seduc do Pará,  Rossieli Soares da Silva. O secretário já foi condenado por improbidade administrativa em ação movida pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM), por omissão em fornecer quatro documentos necessários a processo investigatório do Ministério Público, na época em que ocupou o mesmo cargo no estado. Ele também foi processado por dispensa ilegal de licitação.	Tapyiria ti hentup,além da medida da revogação da medida,merep seretário da educação Seduc piat hep hap,Rossieli Soares da Silva,O secretário ja condenado por improbidade administrativos em ação movida pelo Ministério Público Estadual do Amazonas ( MP-AM) por omissão papera ko'i miky'esat precesso investigatório do Ministério Público ,mi'i turan ti m'i morekuat estado pe,Iewyte wy foi processado por dispesa ilegal de licitação.
24	Em vídeo publicado no perfil do Conselho Indigena Tapajós e Arapiuns (Cita), Alessandra Munduruku reafirmou a permanência dos povos na sede e que a reivindicação se estende agora até a BR-222, com ajuda dos parentes Gavião que fecharam a avenida, que liga Fortaleza (CE) a Marabá (PA),  em apoio.	Em video misyt pok pe ti he perfil do Conselho Indigena Tapajos hawyi Arapiuns ( Cita), Alessandra Munduruku to'e  mejumpe sede pe tira aru tuwe ywopo  BR-222,tapayiria hywi 'in wywo fechar a avenida ,que liga Fortaleza ( CE0 a Maraá ( PA) mowyro.
25	“Essa turma que está aqui é de lideranças, caciques, têm educadores e também tem alunos. Mexeu com a educação e com a saúde, mexeu com todo o povo do Pará, e vai mexer com todo o povo da Amazônia e do Brasil porque quando se tira direito está violando todo mundo, não é só Arapium, não é só Borari, não é só com os Tembé, são todos, porque nós, estado do Pará, somos mais de 50 povos indígenas”.	"""Meimewaria morekuaria ti,caciques,wemu'e haria,toig wo'omu'e haria hawyi wyti toi wemu'e haria,Tuwe mu'e wemu'e  haawyi mohaig wywo,torania tapyiria Pará piaria, hawyi ti torania mit'in Amazonia hawyi Brasil katupono tuwe hep wekawiano hap ti, esta violando torania yt oktan,katupono,estaado do Pará,somos mais de 50 povos indiegnas""."
26	Alessandra mandou um recado para Helder Barbalho. “Governador, se você não vir, vai piorar para o senhor”, disse.	"Alessandra iporo sehay Helder Barbalho kape."" Morekuaria,yt erior 'i pote tiaru,sese aru e'pe yt waku'i"",to'e."
27	Sem diálogo com o governo do Pará, indígenas de diversas etnias bloquearam hoje (16) um trecho da BR 163, que ligada a cidade paraense de Santarém e Cuiabá, a capital do Mato Grosso, exigindo a revogação da Lei 10.820/2024 e reivindicando a educação presencial nas aldeias. O movimento de trabalhadores da Educação e dos povos da Amazônia já é o maior deste ano no Pará, que vai sediar a COP 30.	Yt kat'i sehay sehay Pará porekuat wywo, irania'in tapyiaria ti i bloquearam koty'i ( 16 ) e at turan wentum kosap hap BR 163,que ligada a cidade paraense de Santarem hawyi Cuiaba,a capital do Mato Grosso,hentup a revogação da lei 10.820/2024 hawyi reivindicação wemu'e hap wepit nuat tira'yn tawa ko'i puo .Motpap haria ti wemu'e Educação hawyi dos povos da Amazonia po'og iwato mesuwat akaiu Pará pe,tuwenug COP 30 hamuat rote.
28	Resposta da Seduc	Seduc iwesat.
29	Em nota enviada após a publicação desta matéria, a Seduc/PA, informou que “não é verdade que o atendimento do Sistema de Organização Modular de Ensino (Some) será encerrado”.	"Miporo ti   misyt pok  henoi hap mesuwat materia,a Seduc/PA,to'e""yt sio pywuat ti atendimento do sistema de Organização Mudular de Ensino ( Some) mimomag."
30	Segundo a Seduc, as áreas que já contam com este sistema de ensino continuarão sendo atendidas por ele, no mesmo formato, e a continuidade do programa está garantida, conforme artigo 46 e anexo V, da Lei 10.820, de 19/12/2024. “A lei criou uma gratificação de até R$ 7 mil, adicional ao salário inicial do professor pago pelo governo do Pará, que hoje é de R$8.289,89, além de mais R$ 1,5 mil de vale-alimentação.”	"Segundo a Seduc,as áreas que ja contam com este sistema continuarão ipuo pyi te, i'ewyte ,a continuidade do programa esta garantida,conforme artigo 46 e anexo V,da Lei 10.820, de 19/12/2024."" A lei criou wentup gratificação ti sio R$ 7 mil,adicionado taiuwa sa'awy puruwei po so'op nug morekuaria Pará piat,que hoje, hawyi ti R$  8.289,89,hawyi po'og R$ 1,5 mil de vale-alimentação."""
31	O órgão disse que “também não é verdade que o ensino médio presencial será substituído por educação a distância”.	"O orgão to'e ti""  yt waku'i ti ensino médio presencial será substituido sehay wo'omowe'eg sio py'a."
32	Sobre o protesto, a Seduc diz que “não foi feito nenhum pedido oficial de reunião. Depois da invasão, a Seduc fez um pedido para que as lideranças indicassem uma comissão o que até o momento não aconteceu”.	"I'ewyte ti protesto, Seduc ti to'e"" yt kat'i ti mientup papera puopywiat minug. Weke hawyi,  Seduc mientup hawyi morekuaria aru e hap,wentup comissão sio mi'i turan ti yt tuwenug'i."
33	Matéria atualizada no dia 16 de janeiro para inclusão de resposta da Seduc/PA.	Materia atualizada 16 e at janeiro ewaty mipaig iwehat Seduc/PA.
