<data>
<row _id="1"><Texto Original>Brasil</Texto Original><Traducao>Brasil</Traducao></row>
<row _id="2"><Texto Original>Brasil (localmente [bɾaˈziw]), oficialmente República Federativa do Brasil, é o maior país da América do Sul e da região da América Latina, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47,3% do território sul-americano), com 8 510 417,771 km², e o sétimo em população (com 203 milhões de habitantes, em agosto de 2022).</Texto Original><Traducao>Brasil ( a'tore [ bra'ziw], Keoro pi'suro Republica Federativa do Brasil, pahiri pais America do Sul karõ região America Latina me'rã,  quinto pahiro nisa a'ti ɨmɨkore tii ta'tia ( 47,3% weronu nisa tii ta'tia sul - americano), 8510417,771 km², ma'sãtiro setimo ( 203 milhões nirã, agosto 2022 nikã).</Traducao></row>
<row _id="3"><Texto Original>É o único país na América onde se fala majoritariamente a língua portuguesa e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de variados locais do mundo.</Texto Original><Traducao>Ti pais America diakɨ̃ parã ukũsama lingua portuguesa pahiri pais lusofono a'ti planeta re, tonikã nisa nações pehe multiculturais pehe nise ukũse, parã naa wa'mɨhã pehe ta'tia a'ti mɨkore.</Traducao></row>
<row _id="4"><Texto Original>Sua atual Constituição, promulgada em 1988, concebe o Brasil como uma república federativa presidencialista, formada pela união dos 26 estados, do Distrito Federal e dos 5 571 municípios.</Texto Original><Traducao>Too ma'marõ Constituição, promulgakaro 1988 nikã, Brasil re o'o nikã republica Federativa Presidencialista kɨoro, 26 estados me'rã nerẽ nɨkõ karo, Distrito Federal me'rã 5571 munipios nise.</Traducao></row>
<row _id="5"><Texto Original>Banhado pelo Oceano Atlântico, o Brasil tem um litoral de 7 491 km e faz fronteira com todos os outros países sul-americanos, exceto Chile e Equador, sendo limitado a norte pela Venezuela, Guiana, Suriname e pelo departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; a noroeste pela Colômbia; a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e ao sul pelo Uruguai.</Texto Original><Traducao>Oceano Atlantico diatisa, Brasil dia somoto tisa 7 491 km fronteira nisa a'peye nipetise paises sul-americanos, Chile Equador me'rã nitisa, norte  nitɨosa Venezuela pɨ, Guiana, Suriname Departamento ultramarino frances  Guia Francesa Karõ; sudoeste pere argentina me'rã Paraguai Sul Uruguai me'rã.</Traducao></row>
<row _id="6"><Texto Original>Vários arquipélagos formam parte do território brasileiro, como o Atol das Rocas, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha (o único destes habitado por civis) e Trindade e Martim Vaz.</Texto Original><Traducao>Pehe arquipelago me'rã nisa territorio brasileiro karõ, Atol das Roscas nu'u, Arquipelago São Pedro São Paulo me'rã, Fernando de Noronha ( nikarõ nirõ civis nisetiro) Trindade Martin Vaz me'rã.</Traducao></row>
<row _id="7"><Texto Original>O Brasil também é o lar de uma diversidade de animais selvagens, ecossistemas e de vastos recursos naturais em uma grande variedade de habitats protegidos.</Texto Original><Traducao>Brasile tonikã wai'kɨrã ni'kɨ̃ karã nirõ, ecossistemas pehe nɨ'kɨrĩpɨ nise kɨoro pa'kase morẽrõ nisetiro ka'motakaro.</Traducao></row>
<row _id="8"><Texto Original>O território que atualmente forma o Brasil foi oficialmente descoberto pelos portugueses em 22 de abril de 1500, em expedição liderada por Pedro Álvares Cabral.</Texto Original><Traducao>Ti ta'tia nikãrõrẽ Brasil re nirõ portugueses re bo'ka no'pã 22 Abril 1500 nikã, Pedro Alvares Cabral a'mɨtãpĩ .</Traducao></row>
<row _id="9"><Texto Original>Segundo alguns historiadores como Antonio de Herrera e Pietro d'Anghiera, o encontro do território teria sido três meses antes, em 26 de janeiro, pelo navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón, durante uma expedição sob seu comando.</Texto Original><Traducao>Ki'ti werẽrã Antonio de Herrera Pietro d'Anhiera me'rã, naa tii ta'tia bo'kati dɨ'poro i'tia muhĩpũ dɨ'poro nipã, 26 janeiro nikã, navegagɨ espanhol Vicente Yañez Pinzon nipĩ, kĩ expedição a'mɨtã katero.</Traducao></row>
<row _id="10"><Texto Original>A região, então habitada por indígenas ameríndios divididos entre milhares de grupos étnicos e linguísticos diferentes, cabia a Portugal pelo Tratado de Tordesilhas, e tornou-se uma colônia do Império Português.</Texto Original><Traducao>Ti ta'tia, po'terikar̃a nipã amerindios dɨ'kawakarã  milhares kurari etnicos ukũse mehekã nise, Portugal nipã Tratado de Tordedilhas me'rã, to'o wero tohapã colonia Imperio Portʉgues Ka'arõ.</Traducao></row>
<row _id="11"><Texto Original>O vínculo colonial foi rompido, de fato, quando em 1808 a capital do reino foi transferida de Lisboa para a cidade do Rio de Janeiro, depois de tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte invadirem o território português.</Texto Original><Traducao>Naa nerẽ karo colonial dɨ'kawa wa'pã, towero, 1808 nikã capital reino ka'arõ miõka nopã Lisboa nikaro Rio de Janeiro ma'kãpɨ, tropas francesas naa invadi ka'bero Napoleão Bonaparte kɨ̃ du'ti kabero  naa sahã too territorio portugues.</Traducao></row>
<row _id="12"><Texto Original>Em 1815, o Brasil se torna parte de um reino unido com Portugal.</Texto Original><Traducao>1815 nikã, Brasil tohapã Reino Unido Portugal me'rã.</Traducao></row>
<row _id="13"><Texto Original>Dom Pedro I, o primeiro imperador, proclamou a independência política do país em 1822.</Texto Original><Traducao>Dom Pedro I, Imperador nimɨtãgɨ, wiorẽpĩ Inpendencia Politica tii pais 1822 nikã.</Traducao></row>
<row _id="14"><Texto Original>Inicialmente independente como um império, período no qual foi uma monarquia constitucional parlamentarista, o Brasil tornou-se uma república em 1889, em razão de um golpe militar chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca (o primeiro presidente), embora uma legislatura bicameral, agora chamada de Congresso Nacional, já existisse desde a ratificação da primeira Constituição, em 1824.</Texto Original><Traducao>Nee nɨ'kãrõpɨ imperio weronu mehekã nirõ,  monarquia nikatero nikarõ constitucional parlamentarista nipã, Brasil tohapã nikã republica 1889 nikã, golpe militar nikatero marechal Deodoro da Fonseca du'tikaro ( nimɨtãgɨ Presidente), meõta nikãrõ legislatura bicameral, nikãrõrẽ wameti Congresso Nacional, nitoãpã ratiricaçã nipɨtãkaro Constituição, 1824 nikã.</Traducao></row>
<row _id="15"><Texto Original>Desde o início do período republicano, a governança democrática foi interrompida por longos períodos de regimes autoritários, até um governo civil e eleito democraticamente assumir o poder em 1985, com o fim da ditadura militar.</Texto Original><Traducao>Nee nɨ'kã kateropɨ republicano, governança  democratica baso no'pã yokã nipã regimes autolitarios, tee nikɨ̃ governo civil democraticamente sorõkɨ sahãpĩ 1985 nikã, ditadura militar pe'tia wapã.</Traducao></row>
<row _id="16"><Texto Original>Como potência regional e média, a nação tem reconhecimento e influência internacional, sendo que também é classificada como uma potência global emergente e como uma potencial superpotência por vários analistas.</Texto Original><Traducao>Keoro tu'tuaro regional, tii nação ma'sĩ no'opã influencia internacional, tonikã classifica no'o potencia global emergente weronu  paharã analistas i'ñama superpotencia weronu.</Traducao></row>
<row _id="17"><Texto Original>O PIB nominal brasileiro é o nono maior do mundo e o oitavo por paridade do poder de compra (PPC), sendo, em ambos, o maior da América Latina e do Hemisfério Sul.</Texto Original><Traducao>Tii PIB wame brasileiro nono pahiro a'ti mʉndo oitavo duu tu'tuase ( P_x0000__x0000_CC ),towero, pɨaro pɨta, pahiro America Latina Hemisferio Sul me'rã.</Traducao></row>
<row _id="18"><Texto Original>O país é um dos principais celeiros do planeta, sendo o maior produtor de café dos últimos 150 anos, além de ser classificado como uma economia de renda média-alta pelo Banco Mundial e como um país recentemente industrializado, que detém a maior parcela de riqueza global e a ecomomia mais complexa da América do Sul.</Texto Original><Traducao>Tii pais nikãrõ principais celeiros planeta nii, pahiro cafe da'rero  a'te nitɨose 150 kɨ'marĩ, classifica no'ota nikarõ economia renda media-alta Banco Mundial re ma'marõ pais industrializado, kɨo pahiro parcela riquesa global re economia pahiro America do Sul karõ.</Traducao></row>
<row _id="19"><Texto Original>No entanto, o país ainda mantém níveis notáveis de corrupção, criminalidade e desigualdade social.</Texto Original><Traducao>toho wekã, tii pais kɨosa pa'kase yahase,  ñarõ wese social keoro nitise.</Traducao></row>
<row _id="20"><Texto Original>É membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU), G20, BRICS, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Latina, Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e Mercado Comum do Sul (Mercosul).</Texto Original><Traducao>To Organização Das Nações Unidas bahurẽ tamokɨ (ONU), G20, BRICS, Paises Lingua Portuguesa (CPLP) Kura , Organização dos Estados Amerɨcanos (OEA), Organização dos Estados Libero-americanos (OEI) Mercado Comum do Sul (Mercosul) me'rã.</Traducao></row>
<row _id="21"><Texto Original>Guilherme Boulos</Texto Original><Traducao>Guilherme Boulos</Traducao></row>
<row _id="22"><Texto Original>Guilherme Castro Boulos (São Paulo, 19 de junho de 1982) é um professor, psicanalista, escritor, ativista e político brasileiro, filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).</Texto Original><Traducao>Guilherme Castro Boulos ( São Paulo, 19 de Junho nilkã 1982 nikã) bo'ese o'gɨ, psicanalista, ohagɨ, ativista politico brasileiro, filia kɨ Partido Socialismo e Liberdade ( PSOL) me'rã</Traducao></row>
<row _id="23"><Texto Original>Atualmente exerce o mandato de deputado federal pelo estado de São Paulo.</Texto Original><Traducao>nikãrõakãrẽ da'rasami deputado federal estado de São Paulo me'rã.</Traducao></row>
<row _id="24"><Texto Original>É bacharel em filosofia e membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), sendo reconhecido como uma das principais lideranças da esquerda no Brasil.</Texto Original><Traducao>bacharel nisami filosofia coordenação Nacional do Movimento dos Da'rarã wi'i morã ( MST), reconhece no'sami  principais  wiogɨ kũpe Brasil kɨ̃</Traducao></row>
<row _id="25"><Texto Original>Foi candidato a presidente da República, pelo PSOL, nas eleições gerais no Brasil em 2018 e também concorreu ao cargo de prefeito do município de São Paulo nas eleições de 2020, pelo mesmo partido, perdendo no segundo turno para o candidato à reeleição, Bruno Covas.</Texto Original><Traducao>candidato wa'pĩ presidente da Republica, PSOL  me'rã, ohasãse pehe Brasil pɨ 2018 nikã tonikã concorre pĩ prefeito municipio São Paulo kɨ̃ ohasãse 2020 nikã, tii partido me'rãta, kõpĩ pɨaro ohasãse candidato reelição, Bruno Covas.</Traducao></row>
<row _id="26"><Texto Original>Elegeu-se deputado federal por São Paulo nas eleições de 2022, com cerca de um milhão de votos, sendo o mais votado de São Paulo e o segundo mais votado do país naquele pleito.</Texto Original><Traducao>Sorõ no'pĩ deputado federal São Paulo me'rã  ohasãsẽ 2022 nikã, nikã milhão ohasãke wa'tero,  a'pɨto na ohasãkɨ São Paulo pɨ pɨaro ohasãkɨ a'ti pais titare.</Traducao></row>
<row _id="27"><Texto Original>A revista Time Time 100 Next incluiu Guilherme Boulos na lista dos cem líderes emergentes de 2021.</Texto Original><Traducao>Revista Time Time 100 Next kũpã Guilherme Boulos listapɨ cem wiorã bɨ'kɨarã 2021 nikã.</Traducao></row>
<row _id="28"><Texto Original>Woke</Texto Original><Traducao>Woke</Traducao></row>
<row _id="29"><Texto Original>Woke (pronúncia em inglês: ['wouk]), como um termo político de origem afro-americana, refere-se a uma percepção e consciência das questões relativas à justiça social e racial.</Texto Original><Traducao>Woke ( nisama ingles me'rã : ['wouk], nikã termo politico nɨkãkaro afro-americana, nikãrõ tɨ'oñarõ i'ñarõ tee ka'sere justiça social raciaɨ me'rã</Traducao></row>
<row _id="30"><Texto Original>O termo deriva da expressão do inglês vernáculo afro-americano "stay woke" (em português: continue acordado ou desperto), cujo aspecto gramatical se refere a uma consciência contínua dessas questões.</Texto Original><Traducao>tii termo nisa ingles me'rã vernáculo afro-americano "stay woke" ( português me'rã : wa'kãkɨ niña tɨ'sɨgɨ), tee ohase ohori nisa tɨ'oñase to'o ninukũse tee questões.</Traducao></row>
<row _id="31"><Texto Original>No final da década de 2010, woke foi adotado como uma gíria mais genérica, amplamente associada a políticas identitárias, causas socialmente liberais, feminismo, ativismo LGBT e questões culturais (com os termos woke culture e woke politics também sendo usados).</Texto Original><Traducao>década 2010 pe'tiro nikã, woke mii no'̃opã ukũse genérica nise, mine no'õke políticas identitárias  me'rã, socialmente liberais ka'se, numiãye, ativismo LGBT culturais ka'se ( tee termorĩ woke culture woke politics me'rã usa no'oke.</Traducao></row>
<row _id="32"><Texto Original>Tem sido alvo de memes, uso irônico e críticas.</Texto Original><Traducao>Meme me'rã kũ no'pĩ, irônico nise críticas me'rã.</Traducao></row>
<row _id="33"><Texto Original>Seu uso generalizado desde 2014 é resultado do movimento Black Lives Matter.</Texto Original><Traducao>Tee usa no'pã 2014 nikãpɨ tee wiorẽke tii movimento Black Lives Matter.</Traducao></row>
<row _id="34"><Texto Original>Arte</Texto Original><Traducao>Arte</Traducao></row>
<row _id="35"><Texto Original>Arte (do termo latino ars, significando técnica e/ou habilidade) pode ser entendida como a atividade humana ligada às manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada por meio de uma grande variedade de linguagens, tais como: arquitetura, desenho, escultura, pintura, escrita, música, dança, teatro e cinema, em suas variadas combinações.</Texto Original><Traducao>Arte ( latino me'rã nise ars, significasa técnica habilidade me'rã) entende no'sa atividade ma'sã weronu manifestações me'rã nise tee ordem estética tonikã comunicativa, wee no'pã pehe variedades linguagens, tee nisa : arquiterura, ohori, yesemorõse, pintase, ohase, bɨ'sɨ wihase, ba'sase, weñose i'ño wirõse, pehe variadas combinase.</Traducao></row>
<row _id="36"><Texto Original>O processo criativo se dá a partir da percepção com o intuito de expressar emoções e ideias, objetivando um significado único e diferente para cada obra.</Texto Original><Traducao>Tii processo criativo tɨ'oñase ideia me'rã buha nɨ'kãpã, nikarõ significaro ojetivaro tee obra ni'kɨ̃.</Traducao></row>
<row _id="37"><Texto Original>Nas palavras de um Poeta brasileiro, Ferreira Gullar, a "Arte existe porque a vida não basta".</Texto Original><Traducao>Poeta brasileiro kɨ̃ ukũse, Ferreira Gullar, a " Arte nisa ka'tiro dikɨ̃ basta tisa".</Traducao></row>
<row _id="38"><Texto Original>Arte abstrata</Texto Original><Traducao>Arte bahutise</Traducao></row>
<row _id="39"><Texto Original>A arte abstrata ou abstracionismo é geralmente entendido como uma forma de arte (especialmente nas artes visuais) que não representa objetos próprios da nossa realidade concreta exterior.</Texto Original><Traducao>Arte bahutise tee tɨo'ña no'sa nikarõ arte ( arte i'ñase especialmente) representatisa tee objeto marĩ realidade nise exterior ka'se.</Traducao></row>
<row _id="40"><Texto Original>Ao invés disso, usa as relações formais entre cores, linhas e superfícies para compor a realidade da obra, de uma maneira "não representacional".</Texto Original><Traducao>Towero, tere kɨosa tee ohori me'rã, tee dari tee superficie  compor wese realidade obra me'rã, nikã maneira " representa tiro".</Traducao></row>
<row _id="41"><Texto Original>Surge a partir das experiências das vanguardas europeias, que recusam a herança renascentista das academias de arte, em outras palavras, a estética greco-romana.</Texto Original><Traducao>Tee surgipã experiências vanguarda europeia ka'se , herança ɨatɨpã renascentista tee academia arte ka'se, a'peye palavras nisa, tee estética greco-romana.</Traducao></row>
<row _id="42"><Texto Original>A expressão também pode ser usada para se referir especificamente à arte produzida no início do século XX por determinados movimentos e escolas que genericamente encaixam-se na arte moderna.</Texto Original><Traducao>Tee expressão tonikã usa no'rõsa refiri arte di'akɨ̃ século XX nɨ'kãkatero nikarẽ movimento bo'ese tere genericamente encaixa sa arte moderna pɨ.</Traducao></row>
<row _id="43"><Texto Original>No início do século XX, antes que os artistas atingissem a abstração absoluta, o termo também foi usado para se referir a escolas como o cubismo e o futurismo que, ainda que fossem representativas e figurativas, buscavam sintetizar os elementos da realidade natural, resultando em obras que fugiam à simples imitação daquilo que era "concreto".</Texto Original><Traducao>Século XX nɨ'kãrĩ tero, artistas naa bahutise waro dɨ'poro, tii wametiro usa no'pã tee bo'ese wi'seri cubismo nise futurismo me'rã , titare ke'rãrẽ representativa figura me'rã, o'mapã elemento tee realidade natura nise, wihapã tee obrari wihake simples wekeose tere " concreto " nise.</Traducao></row>
<row _id="44"><Texto Original>Arte da Antiguidade</Texto Original><Traducao>Arte dɨ'poro ka'se</Traducao></row>
<row _id="45"><Texto Original>A arte antiga refere-se à arte desenvolvida pelas civilizações antigas após a criação da escrita e que se estende até o paleocristão.</Texto Original><Traducao>Arte dɨ'poro ka'se nisa arte bahurẽke civilizações dɨ'poro karã ohase da'rela be'ro tee nikãsa até paleocristão pɨ.</Traducao></row>
<row _id="46"><Texto Original>(primeiras expressões artísticas do cristianismo, produzidas para os cristãos ou por eles.).</Texto Original><Traducao>( ni'kãse expressões artísticas nipã cristianismo , cristãos rẽ da're no'ke naa ba'sita.</Traducao></row>
<row _id="47"><Texto Original>Arte digital</Texto Original><Traducao>Arte ñeose</Traducao></row>
<row _id="48"><Texto Original>Arte Digital é aquela que se produz no ambiente gráfico computacional.</Texto Original><Traducao>Arte Ñeose da'ra biaropɨ da're no'ose nisa.</Traducao></row>
<row _id="49"><Texto Original>Tem por objetivo criar obras de arte multimídia por intermédio de software e hardware, em um espaço virtual.</Texto Original><Traducao>Tee objetivo nisa obras da'rese tee arte multimidia software wetamorõ hardware me'rã, tii ta'tia virtual pɨ.</Traducao></row>
<row _id="50"><Texto Original>Existem diversas categorias de arte digital, tais como: pintura digital, digigravura, modelagem digital, fotografia digital, animação digital, vídeo digital entre outras.</Texto Original><Traducao>Nisa pehe dɨ'ka wa'tise tee arte ñeose, nisa: pintase ñeose, digigravura, modelagem ñeose, i'ñamise ñeose, animação ñeose, video ñeose a'peye nisa.</Traducao></row>
<row _id="51"><Texto Original>Os resultados também podem ser apreciados depois de "impressos" em um suporte 2D ou em um objeto 3D, mas são melhor exibidos no próprio ambiente em que foram produzidos.</Texto Original><Traducao>tee wiorenke aprecia no'sa be'ro " impressos" nikã suporte 2D nirõ objeto 3D nise, i'ño nosa tii ambiente da're no'karopɨta.</Traducao></row>
<row _id="52"><Texto Original>Proliferam-se comunidades virtuais voltadas à divulgação desse tipo de expressão artística.</Texto Original><Traducao>Bahukãsa comunidades virtuais divulga no'sa tee expressão artisitica .</Traducao></row>
<row _id="53"><Texto Original>A arte digital só pode ser entendida no âmbito da arte contemporânea.</Texto Original><Traducao>Tee arte ñeose tɨ'oñe no'sa tii âmbito arte conteporânea pɨ.</Traducao></row>
<row _id="54"><Texto Original>Para Christiane Paul, a arte das novas mídias, que abarcam a produção digital, exige um museu ubíquo ou sem paredes, um espaço aberto à criação e construção de subjetividades.</Texto Original><Traducao>Christiane Paul pe're, tee arte ma'ma mídia ka'se, produção ñeose me'rã nisa , ɨasa nikã museu ubíquo parede mõrõ, nikã ta'tia pãkaro tee da'rese da're morõse subjetividades re.</Traducao></row>
<row _id="55"><Texto Original>Arte pela arte</Texto Original><Traducao>Arte me'rã arte</Traducao></row>
<row _id="56"><Texto Original>Arte pela arte é um sistema de crenças que defende a autonomia da arte, desligando-a de razões funcionais, pedagógicas ou morais e privilegiando apenas a Estética.</Texto Original><Traducao>Arte me'rã arte nikã sistema nisa ka'motasa autonomia arte re, desligake tee razões funcionais, pedagógicas morais estética dia'kɨ̃ privilegiasa.</Traducao></row>
<row _id="57"><Texto Original>A origem desse conceito remonta a Aristóteles, mas só foi desenvolvido e consolidado em meados do século XVIII.</Texto Original><Traducao>tii origem too conceito remontasa Aristóteles pɨ, mehõ da'reno consolida no'o meados século VIII nikã.</Traducao></row>
<row _id="58"><Texto Original>Seu primeiro formulador foi Alexander Baumgarten, que criou a palavra  "estética" em 1750, e a definiu como alheia à moral e até mesmo ao prazer.</Texto Original><Traducao>Kɨ̃ nee nɨ'kãgɨ fundador nipĩ Alexander Baumgarten, criapĩ tii palavra " estética" 1750 nilkã, definipã alheia tii moral tee prazer pɨre.</Traducao></row>
<row _id="59"><Texto Original>Kant logo em seguida aprofundou a questão dizendo que o prazer estético é desinteressado e não visa outras coisas além de si mesmo, o que encontrou apoio nas idéias de Schelling e Hegel.</Texto Original><Traducao>Kant too be'ro aprofundapĩ tii questão rẽ nigɨ prazer estético interesse mopĩ visa tipã a'peye ka'se,  tu'tuase bo'kapĩ tee idéia kɨ̃ Schelling Hegel me'rã.</Traducao></row>
<row _id="60"><Texto Original>Em 1804, Benjamin Constant sumarizou o debate cunhando a expressão "arte pela arte".</Texto Original><Traducao>1804 nikã, Benjamin Constant  sumariza pĩ tii debate cunhapĩ expressão" arte me'rã arte".</Traducao></row>
<row _id="61"><Texto Original>Usada pelos românticos alemães, logo a França se torna o centro dessa teoria, tendo como grande divulgador Théophile Gautier, que a emprega para atacar o moralismo e o utilitarismo que via como inimigos da verdadeira arte, chegando ao ponto de colocar em oposição a Beleza e a Utilidade.</Texto Original><Traducao>Românticos alemães naa kɨoke, França tii  teoria de'ko nipã,  kɨõpã  pahigɨ divulgagɨ Théophile Gautier,  da'rase o'õpã moralismo atacase ́ utiilitarismo i'ñapã ñarã weronu tii keoro nise arte, tii ponto ehapã oposição rẽ Beleza Utilidade me'rã.</Traducao></row>
<row _id="62"><Texto Original>A influência de suas idéias se alastrou para os Estados Unidos, onde teve em Edgar Allan Poe um divulgador de peso, que conseguiu a conversão de Baudelaire e Mallarmé a este sistema.</Texto Original><Traducao>tee kɨ̃ idéias influênciase ehapã Estados Unidos pɨ, topɨre nipĩ Edgar Allan Poe divulgagɨ nɨ'kɨ̃ pe'sagɨ , conseguipĩ Baudelaire Mallarmé tii sistema rẽ.</Traducao></row>
<row _id="63"><Texto Original>Na Inglaterra, a teoria é defendida por Swinburne, e nesse país ela adquire um significado profundo com o trabalho de John Keats, que identificava Verdade com Beleza e assim colocava a Estética em primeiro plano.</Texto Original><Traducao>Inglaterra pɨ, tii teoria defende pɨ̃ kɨ̃ Swinburne, tii país  bo'kapã nikã significado ɨ'kɨ̃ãrõ da'rase kɨ̃ John Keats,  tere identificapã  Keoro nise añuse me'rã kũpã estética nɨ'kãrõ plano.</Traducao></row>
<row _id="64"><Texto Original>Desde então, "arte pela arte" é um sinônimo de esteticismo.</Texto Original><Traducao>Titaré , "arte me'rã arte" nikã sinônimo esteticismo ka'se.</Traducao></row>
<row _id="65"><Texto Original>Arte rupestre</Texto Original><Traducao>Arte ohake</Traducao></row>
<row _id="66"><Texto Original>Arte rupestre é o termo que denomina as representações artísticas pré-históricas realizadas em paredes, tetos e outras superfícies de cavernas e abrigos rochosos, ou mesmo sobre superfícies rochosas ao ar livre.</Texto Original><Traducao>Arte ohake tii termo nisa representase  Artísticas pré-historica ka'se di'ta tɨrɨ nise, ɨ'mɨarõpɨ a'peye ɨ'tã  ko'peri ɨ'tã wi'seri, a'peye nipã ɨ'tãpa ka'motase marĩrõpɨ.</Traducao></row>
<row _id="67"><Texto Original>A arte rupestre divide-se em dois tipos: a pintura rupestre, composições realizadas com pigmentos, e a gravura rupestre, imagens gravadas em incisões na própria rocha.</Texto Original><Traducao>Arte ohake pɨaro dɨ'ka wa'tisa: ohori ohake, ñimiose me'rã morẽke, ohori ka'ro ohake, ɨ'tãpapɨ naa ohori pawe sãke.</Traducao></row>
<row _id="68"><Texto Original>Em geral, trazem representações de animais, plantas e pessoas, e sinais gráficos abstratos, às vezes usados em combinação.</Texto Original><Traducao>Niperito, wai'kɨrã weronu nise, o'tese ma'sã , ohori i'ñato ba'siotise, a'petero keoro nise.</Traducao></row>
<row _id="69"><Texto Original>Sua interpretação é difícil e está cercada de controvérsia, mas pensa-se correntemente que possam ilustrar cenas de caça, ritual, cotidiano, ter caráter mágico, e expressar, como uma espécie de linguagem visual, conceitos, símbolos, valores e crenças.</Texto Original><Traducao>Tii interpretação ba'siorisa pehe morẽ no'sa , mehõ tɨ'oña keorota nipari naa wai'kɨrã wehẽse, ba'sase, nisetise, bahutise weronu, nisetise, nikãrõ nisetiro  i'ñase me'rã ukũrõ, conceitos, tee ohori, valores naa ehõpeose.</Traducao></row>
<row _id="70"><Texto Original>Por tudo isso, muitos estudiosos atribuem à arte pré-histórica funções e características comparáveis às da arte como hoje é largamente entendida, embora haja uma tendência recente de substituir a denominação "arte" rupestre por "registro" rupestre, considerando a incerteza que cerca seu significado.</Texto Original><Traducao>Tee nipe'tiro, pa'rã  bo'erã tere kusama arte pré-histórica tee funções nisetise wekeose nikarõpɨ nise a'pɨto tɨ'oña no'o, a'petero nibosa du'kayuro tii wame "arte" ohake " registro" ohake, tere keoro nitibosa tee significado.</Traducao></row>
<row _id="71"><Texto Original>Permanece, de todo modo, como testemunho precioso de culturas que exercem grande fascínio contemporaneamente mas são ainda pouco conhecidas.</Texto Original><Traducao>Nii nu'kurõsa, nipe'tiro, tee testemunho añuse cultura ka'se nise pahiro fascínio sahãtiro ma'sĩ  no'osa.</Traducao></row>
<row _id="72"><Texto Original>Artes marciais</Texto Original><Traducao>Arte a'mekẽse</Traducao></row>
<row _id="73"><Texto Original>Artes marciais (do latim ars: "técnica", do romano: "deus Marte" - "A técnica de Marte")  ou Wushu  (chinês tradicional: 武術: "arte da guerra"), são práticas físicas e mentais, derivadas de técnicas de guerra, divididas em diferentes graus, com o objetivo de desenvolvimento de seus praticantes para que possam defender-se atacando, ou submeter o adversário mediante diversas técnicas, e também expressar um ideal.</Texto Original><Traducao>Artes a'mekẽse ( latim me'rã ars : " me'rĩse", romano me'rã :" o'ãkɨ̃ marte" - " Me'rĩse Marte ka'se") Wushu ( chinês tradicional: 武術 : arte a'me wehẽse" ) , tee nisa ɨ'pɨ tɨ'oñase me'rã praticase, me'rĩse a'me wehẽse dɨ'ka wa'tise , pehe grau dɨ'ka wa'tisa, Tee praticarã añurõ me'rĩãto nirõ ka'mota a'mepato nirã, tonikã adversário re pehe me'rĩse, nikɨ̃ ideal nise.</Traducao></row>
<row _id="74"><Texto Original>A expressão Wushu designa todas as artes guerreiras, militares ou marciais.</Texto Original><Traducao>Tii expressão Wushu nisa nipe'tise artes tu'tuase, surara a'mekẽse</Traducao></row>
<row _id="75"><Texto Original>Técnicas de autodefesa e combate passaram por aperfeiçoamento gradual e foram transmitidas às gerações posteriores.</Texto Original><Traducao>Me'rĩse ka'motase a'me pase añurõ me'rĩrõ nipã naa si'ro ka'rãpɨre bo'e turia no'pã.</Traducao></row>
<row _id="76"><Texto Original>Na cultura ocidental, o Kung-Fu ficou conhecido como a “arte da guerra”, originando uma confusão com o Wushu, pois na cultura oriental são dois conceitos diferentes: o Kung-Fu faz parte do Wushu.</Texto Original><Traducao>Cultura ocidental pe're, Kung-Fu ma'sĩ no'õpa " arte a'me wehẽse " weronu, nɨ'kãrõ</Traducao></row>
<row _id="77"><Texto Original>Portanto, é apenas um dos estilos marciais e ensina, entre outras coisas, a importância do esforço individual.</Texto Original><Traducao>towero, nikã estilo a'mekẽse bo'ese, a'peye me'rã, esforço nikarẽrã kɨose.</Traducao></row>
<row _id="78"><Texto Original>Artes marciais também são sistemas para treinamento de combate (treinamento militar, policial e de defesa pessoal) geralmente sem o uso de armas de fogo ou de outros dispositivos modernos.</Texto Original><Traducao>Arte a'mekẽse nisa sistemas naa treinase a'mekẽse( surara bo'ese, policial ka'motase nikarẽrã)  tere momã pe'ka pawɨri a'peye nikarõ nise.</Traducao></row>
<row _id="79"><Texto Original>Artes marciais também são praticadas como modalidades de cunho esportivo, chamadas de desportos de combate, onde o objetivo principal são as competições (esportivo-competitivas).</Texto Original><Traducao>Artes a'mekẽse pratica no'osa a'pepese weronu, pi'suma a'pese a'mekẽse, tii objetivo nirõ a'pepese nisa( a'pepese-competitivas).</Traducao></row>
<row _id="80"><Texto Original>Existem diversos estilos, sistemas e escolas de artes marciais.</Texto Original><Traducao>Pehe estilos nisa, sistemas rĩ bo'ese wi'seri artes a'mekẽse.</Traducao></row>
<row _id="81"><Texto Original>O que diferencia as artes marciais da mera violência física (briga de rua) é a organização de suas técnicas em um sistema coerente de combate, desenvolvimento físico, mental e espiritual.</Texto Original><Traducao>Tere diferença nise artes a'mekẽse tii mera violência ɨ'pɨ ka'se( ma'pɨ a'me pase) tee organizase pehe merĩse tii sistema coerente a'mekẽse, ɨ'pɨ bɨ'kɨase, tɨo'ñase ehõpeose.</Traducao></row>
<row _id="82"><Texto Original>Muitas destas artes de guerra orientais e ocidentais deram origem a atividades que atualmente são praticadas em todo o mundo, como por exemplo: Wushu; taekwondo; esgrima; arqueirismo (tiro com arco); boxe; savate; judô; karatê; luta olímpica (a luta greco-romana e a luta livre olímpica); ninjutsu; pancracio; muay thai;jiu jitsu; Krav Magá, entre outros.</Texto Original><Traducao>Pehe artes a'me wehẽse orientais ocidentais ka'se nɨ'kãpã tee atividades nikãrõãkã nise pratica no'osa a'ti ɨmɨko nipe'tiro, exemplo nisa: Wushu, bu'pu nɨ'tẽse, kome phirĩ me'rã a'mekẽse; bɨese ( bɨeri tehẽ me'rã bɨese); do'tese; savate;judô; wehẽpase, a'mekẽse olímpica ( a'mekẽse greco-romana a'mekẽse livre olímpica) ; ninjutsu; pancracio; muay thai; a'mekẽ turũse, Krav Magá, a'epeye pehe.</Traducao></row>
<row _id="83"><Texto Original>Cinema</Texto Original><Traducao>Si'õ i'ñase</Traducao></row>
<row _id="84"><Texto Original>Cinema (do grego: κίνημα; "movimento", e γράφειν, graphein; "registrar"), conhecido também como Sétima Arte e, em alguns contextos, cinematografia, é um termo que pode ser definido como a técnica e a arte que reproduz fotogramas de forma rápida e sequencial, criando "ilusão de movimento", bem como a indústria que produz essas imagens.</Texto Original><Traducao>Si'õ i'ñase ( grego me'rã : κίνημα;" a'meñase", γράφειν, graphein;"i'ñamise"),ma'sĩ no'pã Sétima Arte , nikãrẽ contextos, si'ã i'ñamise, defini no'sa nikã termo mẽ'rĩse arte wiorẽse fotogramas ɨmɨñarõ pehe, wesa " a'meñãrõ nisoro", tee indústria da'rese imagens.</Traducao></row>
<row _id="85"><Texto Original>O termo "cinema" também é comumente utilizado para designar a sala onde são projetados esses filmes.</Texto Original><Traducao>Tii termo" si'õ i'ñase" nisa utilizase nikã ta'tia tee i'ñamike projeta no'se.</Traducao></row>
<row _id="86"><Texto Original>As obras cinematográficas (mais conhecidas como filmes) são produzidas através da gravação de imagens do mundo com câmeras adequadas, ou pela sua criação, utilizando técnicas de animação ou efeitos visuais específicos.</Texto Original><Traducao>Tee si'ã i'ñamise ( ma'sĩ no'sa filme weronu) produzi no'sa i'ñamise imagens me'rã a'ti ɨmɨko ka'se i'ñamisepa adequada me'rã, naa criake me'rã, me'rĩse animação wesama efeitos i'ñase específicos me'rã.</Traducao></row>
<row _id="87"><Texto Original>Mais especificamente, pode ser descrita como o "conjunto de princípios, processos e técnicas utilizados para captar e projetar numa tela imagens estáticas sequenciais (fotogramas) obtidas com uma câmera especial, dando impressão ao espectador de estarem em movimento".</Texto Original><Traducao>Especificamente nisa, descreve sama a'tiro " pehe princípios , processos, me'rĩse utiliza no'sa i'ñami si'ã o'õ nikã tela pehe imagens estáticas a'tiro turi( fotogramas) camera especial me'rã i'ña minoke, tee impressão iña'gɨ pere a'meñarã weronu nise".</Traducao></row>
<row _id="88"><Texto Original>O diretor de arte pode ser descrito como o principal colaborador visual de um diretor de cinema.</Texto Original><Traducao>Diretor de arte kɨ̃ principal wetamogɨ i'ñase nisami dirertor si'õ i'ñase</Traducao></row>
<row _id="89"><Texto Original>Também se usa a palavra 'cinegrafia', estando dicionarizada.</Texto Original><Traducao>Toho nikã usa sama palavra " cinegrafia", dicionariza kã no'pã.</Traducao></row>
<row _id="90"><Texto Original>Os filmes são assim constituídos por uma série de imagens impressas em determinado suporte, alinhadas em sequência, chamadas fotogramas.</Texto Original><Traducao>Tee filmes nisa pehe imagens wiorẽke nikarõ suporte , nikã sequência alinhake, i'ñamike turi nisama.</Traducao></row>
<row _id="91"><Texto Original>Quando essas imagens são projetadas de forma rápida e sucessiva, o espectador tem a ilusão de observar movimento.</Texto Original><Traducao>Tee imagens projeta no'ke ɨmɨñarõ me'rã a'tiro turi, kɨ i'ñagɨ a'meñase weronu i'ñasami.</Traducao></row>
<row _id="92"><Texto Original>A cintilação entre os fotogramas não é percebida devido a um efeito conhecido como persistência da visão: o olho humano retém uma imagem durante uma fração de segundo após a sua fonte ter saído do campo da visão.</Texto Original><Traducao>Tee cintilação i'ñamike turi i'ña bo'ka no'o marĩsa nikã efeito persistênsia de visão me'rã: ma'sɨ̃ kɨ̃ ka'pea misa nikã imagem nikã fração de segundo tii fonte i'ñarõ diakɨ̃.</Traducao></row>
<row _id="93"><Texto Original>O espectador tem assim a ilusão de movimento, devido a um efeito psicológico chamado movimento beta.</Texto Original><Traducao>I'ñagɨ kɨosami tii ilusão a'meñase, nikã efeito pisicológico pi'su no'sa a'meñase beta.</Traducao></row>
<row _id="94"><Texto Original>O cinema é um artefato cultural criado por determinadas culturas que nele se refletem e que, por sua vez, as afetam.</Texto Original><Traducao>Si'õ i'ñase nikã artefato cultural da're no'karo nikarẽ cultura refletise , towero, afetasa.</Traducao></row>
<row _id="95"><Texto Original>É uma arte poderosa, é fonte de entretenimento popular e, destinando-se a educar ou doutrinar, pode tornar-se um método eficaz de influenciar os cidadãos (ver: Filme de propaganda, Indústria cinematográfica cristã e Salvador branco no cinema).</Texto Original><Traducao>Nikã arte poderosa nisa, tii fonte a'pepese popular nisa, educasere doutrinase, nikã método edicaz nisa influenciasw ma'sarẽ( i'ña : filme propagase, indústria  si''ã i'ñamise cristã Salvador bu'tigɨ si'õ i'ñarõpɨ.</Traducao></row>
<row _id="96"><Texto Original>É a imagem animada que confere aos filmes o seu poder de comunicação universal.</Texto Original><Traducao>Tii imagem animada conferisa filme rẽ tee poder comunicação ka'se.</Traducao></row>
<row _id="97"><Texto Original>Dada a grande diversidade de línguas existentes, é pela dublagem ou pelas legendas, que traduzem o diálogo noutras línguas, que os filmes se tornaram mundialmente populares.</Texto Original><Traducao>Pehe  nirõ wa'tero a'te ukũse nirõ, dublagem me'rã legendas me'rã, traduzi sama tee diálogo a'peye ukũse, tee filme nisa a'ti ɨmɨko nipe'tiro populares.</Traducao></row>
<row _id="98"><Texto Original>Classicismo</Texto Original><Traducao>Classicismo</Traducao></row>
<row _id="99"><Texto Original>Em arte, classicismo refere-se à valorização da Antiguidade Clássica como padrão por excelência do sentido estético.</Texto Original><Traducao>Tii arte, classicismo nisa valorização ka'se bɨ'kɨ classe tii padrão nisa excelência me'rã sentido estético pe'ma.</Traducao></row>
<row _id="100"><Texto Original>A arte classicista procura a pureza formal, o equilíbrio, o rigor ou, segundo a nomenclatura proposta por Friedrich Nietzsche, pretende ser mais apolínea que dionisíaca.</Texto Original><Traducao>Tii arte classicista o'masa pureza formal rẽ ,  equilíbrio, rigor ou, too be'ro nipã nomenclatura kũkaro Friedrich Nietzche, nii sirĩ apolínea dionísiana pe're.</Traducao></row>
<row _id="101"><Texto Original>Alguns historiadores de arte, entre eles Giulio Carlo Argan, alegam que, na história da arte, concorrem duas grandes forças, constantes e antagônicas: uma delas é o espírito clássico; a outra, o romântico.</Texto Original><Traducao>Nikarẽrã ki'ti werẽrã  arte,naa wa'tero Giuliu Carlo Argan, nipã, tii história de arte pɨ, pɨaro tu'tuase nisa, nii nukũse antagônicas: tee wa'tero espírito clássico nisa; a'pero, romântico nisa.</Traducao></row>
<row _id="102"><Texto Original>As três grandes manifestações classicistas da Idade Moderna europeia são o renascimento, o humanismo e o neoclassicismo.</Texto Original><Traducao>I'tiaro pa'kase manifestações classicista tii idade moderna europeia ka'se nisa renascimento,  humanismo ka'se neoclassicismo.</Traducao></row>
<row _id="103"><Texto Original>A arte clássica, por conta de seu contexto histórico, é impulsionada por grande explosão de vida e confiança no ser humano.</Texto Original><Traducao>Tii arte clássica, tee ka'se contexto ki'ti me'rã,  pahiro impulsionada  explosão ka'tise ka'se  ma'sã confiança.</Traducao></row>
<row _id="104"><Texto Original>Por isso, essas manifestações artísticas são marcadas pela visão antropocêntrica, que evidenciará a beleza do corpo humano na pintura e na escultura.</Texto Original><Traducao>Towero, tee manifestações artísticas marca no'sa tee visão antropocêntrica,  tee beleza evidencia saa tii ma'sɨ̃ ɨ'pɨ  tee ohori yese ka'se.</Traducao></row>
<row _id="105"><Texto Original>Ensino de arte</Texto Original><Traducao>Ohori bo'ese</Traducao></row>
<row _id="106"><Texto Original>Arte-educação, ensino de arte, educação artística ou Arte é uma disciplina educativa que oportuniza, ao indivíduo, o acesso à arte como linguagem expressiva e forma de conhecimento.</Texto Original><Traducao>Arte-bo'ese, ohori bo'ese, bo'ese artistica a'peye arte nikã disciplina bo'ese oportuniza see, nikãrẽ,  tee acesso arte  linguagem expressiva tii forma tee ma'sĩsẽ.</Traducao></row>
<row _id="107"><Texto Original>Literatura</Texto Original><Traducao>Literatura</Traducao></row>
<row _id="108"><Texto Original>A Literatura é a arte que usa a linguagem escrita como meio de expressão, seja em prosa ou em verso, de acordo com princípios teóricos e práticos; sendo o conjunto de obras escritas ou orais às quais reconhecemos um valor estético.</Texto Original><Traducao>Tee literatura arte nise sañasa linguagem ohase tee meio expressão nise,  prosa me'rã verso nise,  tii acordo principio me'rã teoricos  práticos; tee conjunto obras ohase tii orais ma'sĩ no'õsa nikã valor estético.</Traducao></row>
<row _id="109"><Texto Original>A Literatura abrange qualquer coleção de obras escritas, incluindo escrita impressa e digital.</Texto Original><Traducao>tii literatura ñesa no'o nise nerẽse tee obras ohake, nisa ohake impressa digital me'rã.</Traducao></row>
<row _id="110"><Texto Original>Artes visuais</Texto Original><Traducao>Artes i'ñase</Traducao></row>
<row _id="111"><Texto Original>As Artes Visuais são as formas de arte como a cerâmica, desenho, pintura, escultura, gravura, design, artesanatos, fotografia, vídeo, produção cinematográfica e arquitetura.</Texto Original><Traducao>Tee artes i'ñase forma de arte nisa tee yee morõse, ohori ohake, ohori, escultura, gravura , design, su'ase, i'ña mise, video, produção cinematografica arquitetura me'rã.</Traducao></row>
<row _id="112"><Texto Original>Muitas disciplinas artísticas (artes cênicas, arte conceitual, artes têxteis) envolvem aspectos das artes visuais, bem como artes de outros tipos.</Texto Original><Traducao>Pehe disciplina artísticas ( artes cênicas, arte conceitual, artes têxteis) , tee morẽsa artes i'ñase , mehõ nisa a'peye artes ke'rã.</Traducao></row>
<row _id="113"><Texto Original>Também incluído no campo das artes visuais são as artes aplicadas tais como desenho industrial, desenho gráfico, design de moda, design de interiores e arte decorativa.</Texto Original><Traducao>Tonikã kũ no'opã artes i'ñasere nisa artes ohori industria pɨ kũ no'se, ohori ohake, ohori moda ka'se, ohori po'pea ka'se arte decorativa.</Traducao></row>
<row _id="114"><Texto Original>O uso atual do termo "artes visuais" inclui belas artes, bem como artes e ofícios aplicados ou decorativos, mas nem sempre foi assim.</Texto Original><Traducao>Nikãrõ termo " arte i'ñase" nisa añuse artes,  artes nuhũ oficios kũ no'se decorativos, mehõ nee toho niti kũpã.</Traducao></row>
<row _id="115"><Texto Original>Antes do Movimento de Artes e Ofícios na Grã-Bretanha e em outros lugares na virada do século 20, o termo "artista" tinha sido por alguns séculos muitas vezes restrito a uma pessoa que trabalhava nas artes plásticas (como pintura, escultura ou gravura) e não nas artes decorativas, ofícios ou artes visuais aplicadas.</Texto Original><Traducao>Artes movimentase ka'se Ofícios Grã-Bretanha pɨ a'peye lugares  seculo 20 mahã mikã, tii termo "artista" nipã nikãrẽ séculos, pehe tiro bi'a no'pã ni'kũ  ma'sɨ̃ da'ragɨ tee artes pláasticas ( ohori, yemorõse, ohake) nitipã artes decorativas, ofícios tee artes i'ñase aplica ke.</Traducao></row>
<row _id="116"><Texto Original>A distinção foi enfatizada por artistas do Movimento de Artes e Ofícios, que valorizavam tanto as formas de arte vernacular quanto as formas elevadas.</Texto Original><Traducao>Tii distinção enfatiza no'pã naa artista tii Movimento Artes Ofícios, artes̃ao rẽ ma'ĩrã nikũ da'ragɨ nino'õ marĩsami artes ka'se.</Traducao></row>
<row _id="117"><Texto Original>As escolas de arte faziam uma distinção entre as artes plásticas e os ofícios, sustentando que um artesão não poderia ser considerado um praticante das artes.</Texto Original><Traducao>Bo'ese wi'seri artes ka'se wepã nikã distinção tee artes plásticas ofícios me'rã,  sustenta no'pã nikɨ̃ artesão considera no'tisami tee pratica sere.</Traducao></row>
<row _id="118"><Texto Original>A tendência crescente de privilegiar a pintura, e em menor grau a escultura, acima de outras artes tem sido uma característica da arte ocidental, bem como da arte do Leste Asiático.</Texto Original><Traducao>Tii bɨ'kɨase privelegiasé ohorire, ka'rõakã tee yemorõse, a'peye dɨ'poro artes nipã nisetise arte ocidental ka'se, tonikã tee arte Leste Asiático ka'se.</Traducao></row>
<row _id="119"><Texto Original>Em ambas as regiões, a pintura tem sido vista como confiando no mais alto grau na imaginação do artista e sendo a mais distante do trabalho manual – na pintura chinesa, os estilos mais valorizados eram os da "pintura erudita", pelo menos em teoria praticada por cavalheiros amadores.</Texto Original><Traducao>Tee pɨa ta'tiapɨta, ohori i'ña no'pã a'pɨto confia no'se pahiri grau naa tɨ'oñase artista yoaro tohapã amokã me'rã da'rase - tee ohori chinesa, tee estilos maĩño no'se nipã " ohori erudita", tee teoria da'ranoke naa cavalheiros amadores.</Traducao></row>
<row _id="120"><Texto Original>A hierarquia ocidental de gêneros refletia atitudes semelhantes.</Texto Original><Traducao>Tee du'ti turia dihase ocidental gêneros ka'se refletipã nisetise tohota nise.</Traducao></row>
<row _id="121"><Texto Original>Sociedade</Texto Original><Traducao>A'mesɨase</Traducao></row>
<row _id="122"><Texto Original>Em sociologia, uma sociedade (do termo em latim societăs, que significa "associação") é um grupo de indivíduos se relacionando, a fim de conseguir e preservar seus objetivos comuns.</Texto Original><Traducao>Sociologia me'rã, nikãrõ a'mesɨaro ( tii termo latim me'rã societăs, significasa " a'mesɨase" nikã kura nisama relaciona rã, tee bo'kana naa objetivo comuns preservarã.</Traducao></row>
<row _id="123"><Texto Original>Os objetivos comuns, compartilhados pelos membros da sociedade, são os próprios objetivos da sociedade, ou seja, o bem comum.</Texto Original><Traducao>Tee objetivos comuns, i'ti no'se naa membro a'mesɨase kharã, tee  ba'si objetivos a'mesɨase, towero, nikarõ nuhũ nise.</Traducao></row>
<row _id="124"><Texto Original>Não é um grupo qualquer, mas é um grupo soberano de indivíduos, não dependendo de forças externas, onde existe uma rede (sistema) total e abrangente de relacionamentos, na qual todos os seus indivíduos e comunidades membros estão interligados.</Texto Original><Traducao>No'o nirĩ kura mehẽta nisa, nikã kura soberano nisama, depentisama tu'tuase externas ka'se, nisa nikarõ rede ( sistema ) niwaroro relacionemento me'rã, naa nipe'tirã comunidades nirã interligados nisama.</Traducao></row>
<row _id="125"><Texto Original>Uma sociedade é composta por membros que compartilham um princípio fundamental, geral, vinculando todos, dentro do grupo, a uma mesma finalidade ( o bem comum).</Texto Original><Traducao>Nikã a'mesɨaro nisama membros i'tirã nikã princípio fundamental ,nipe'tiro, vincula karo nipe'tirã, nikã kura, nikã finalidade ( añurõ nisetiro).</Traducao></row>
<row _id="126"><Texto Original>Há quem considere que não existam sociedades nem classes sociais, como Margaret Thatcher (a "Dama de Ferro"), política britânica que ascendeu ao lugar de Primeiro-Ministro, e chegou a afirmar que ela mesma (a sociedade) não existe.</Texto Original><Traducao>Nisama ehõpeotirã a'mesɨse nisere tee classes sociais ka'se, Koo Margaret Thatcher ( " Dama kome" ) , política britânica ka'se nii sirutupã tii lugar re Primeiro - Ministro, afirmapã tee ( a'mesɨase) marĩpã.</Traducao></row>
<row _id="127"><Texto Original>Conforme disse, só existem os indivíduos e suas comunidades familiares.</Texto Original><Traducao>Toho nikaro, existipã indivíduos naa comunidades a'kawer̃erã me'rã.</Traducao></row>
<row _id="128"><Texto Original>Sociedade é objeto de estudo comum das ciências humanas, especialmente a sociologia, a história, a antropologia, a geografia e o direito.</Texto Original><Traducao>A'mesɨase objeto bo'se comum nisa ciências ma'sã ka'se, especialmente nisa sociologia, ki'ti ka'se, bi'kɨ turi ka'se, geografia ka'se direito ka'se.</Traducao></row>
<row _id="129"><Texto Original>Sociedade Epicureia</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Epicureia</Traducao></row>
<row _id="130"><Texto Original>Sociedade Epicureia foi uma sociedade estudantil criada em 1845 por alunos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco.</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Epicureia nipã nikã a'mesɨaro bo'erã 1845 nɨkã bahurẽ no'pã bõ'erã Faculdade Direito Largo São Francisco kharã.</Traducao></row>
<row _id="131"><Texto Original>O grupo tinha como inspiração o poeta britânico  Lord Byron.</Texto Original><Traducao>Tii kura kɨopã nikã inspiração kɨ̃ poeta britânico Lord Byron.</Traducao></row>
<row _id="132"><Texto Original>O movimento foi fundado pelos então estudantes Aureliano Lessa, Bernardo Guimarães e Álvares de Azevedo.</Texto Original><Traducao>Tii movimento funda no'pã a'rã bo'erã Aureliano Lessa, Bernardo Guimarães Álvares de Azevedo.</Traducao></row>
<row _id="133"><Texto Original>A época foi marcada por uma intensa e pródiga produção literária estudantil.</Texto Original><Traducao>Titapɨre marca no'pã nikãrõ intensa  pródiga da're wirõse literária  bo'ese.</Traducao></row>
<row _id="134"><Texto Original>Sociedade Esportiva Palmeiras</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Esportiva Palmeiras</Traducao></row>
<row _id="135"><Texto Original>Sociedade Esportiva Palmeiras (pronúncia em português: [sosiedˈadʒi ispoɾtʃˈivə pawmˈejɾəs]), conhecida popularmente como Palmeiras, é um clube poliesportivo brasileiro da cidade de São Paulo, capital do estado homônimo.</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Esportiva Palmeiras ( Português me'rãrẽ :[sosiedˈadʒi ispoɾtʃˈivə pawmˈejɾəs]), ma'sĩ no'sa popularmente Palmeiras weronu, nikã clube nisa poliesportivo brasileiro ma'kã São Paulo khãrõ, tii capital estado homônimo.</Traducao></row>
<row _id="136"><Texto Original>Foi fundado em 26 de agosto de 1914 e suas cores, presentes no escudo e bandeira oficial, são o verde e branco.</Texto Original><Traducao>Funda no'pã 26 Agosto 1914 nikã tee ohori me'rã, escudo pɨre nisa tii bandeira oficial, tee ya'sase bu'tise me'rã.</Traducao></row>
<row _id="137"><Texto Original>O vermelho, presente desde sua fundação em 1914, foi excluído durante a Segunda Guerra Mundial, por pressão do governo de Getúlio Vargas, na mesma reunião que formalizou a mudança de nome de Palestra Italia para Palmeiras.</Texto Original><Traducao>Too so'ãrõ, nisa nee bahurẽ nikã kãpɨ 1914 nikã, ko'ã no'pã Segunda Guerra Mundial nikã, governo Getúlio Vargas pressiona no'kã, tita reunião rẽ formaliza no'pã tee wame du'kaiuro Palestra Italia Palmeiras pe're.</Traducao></row>
<row _id="138"><Texto Original>Tem como modalidade esportiva principal o futebol, como um dos clubes mais vencedores e de maior relevância em todo o continente,  além de estar entre aqueles com maior torcida do país.</Texto Original><Traducao>Tee modalidade esportiva kɨopã  principal futebol, tii clube pehe tiri vence pã pahiro relevância nipe'tiro tii contienente, nipã thonikã pa'kase torcida kɨoro a'ti pais.</Traducao></row>
<row _id="139"><Texto Original>Seus títulos mais importantes conquistados no futebol são as Copas Libertadores da América de 1999, 2020 e de 2021, e a Copa Rio (internacional) de 1951, considerado na época como um Mundial de Clubes de futebol e reconhecido como tal pela FIFA, por meio do presidente da entidade, Joseph Blatter, em agosto de 2014, sendo uma decisão do Comitê Executivo da FIFA de 7 de junho e por meio de documento encaminhado ao Ministério do Esporte do Brasil em novembro do mesmo ano.</Texto Original><Traducao>Naye titulo a'pɨtɨ importante conquista no'ke futebol ka'se nisa Copas Libertadoresa da América 1999 nikã, 2020  thonikã 2021, tii Copa Rio ( internacional) 1951 nikã, titapɨre considera no'pã Mundial de Clubes De Futebol reconhece no'karo FIFA re, tii presidente entidade khɨ̃ me'rã, Joseph Blatter, Agosto 2014 nikã, thowero nikã decisão Comitê Executivo FIFA 7 de junho nikãrẽ nikã documento me'rã o'o no'pã Ministério do Esporte do Brasil novembro nikã tii kɨ'ma.</Traducao></row>
<row _id="140"><Texto Original>A entidade, no entanto, não reconhece a competição como um torneio FIFA e reforçou este posicionamento em outubro de 2017, quando reconheceu os vencedores da Copa Intercontinental como campeões mundiais, sem, também, promover a unificação da Copa Intercontinental com a sua atual competição.</Texto Original><Traducao>Tii entidade, thowero, ma'sĩ tipã tii competição nikarõ torneio FIFA reforca pã tii posicionamento outubro 2017 nikã, reconhece pã vencedores tii Copa  Intercontinental campeões mundiais weronu, marirõ, thonikã, promove nerẽ nɨ'korõ tii Copa Intercontinental too ma'marõ competição.</Traducao></row>
<row _id="141"><Texto Original>No âmbito internacional, o clube também conquistou a Copa Mercosul de 1998 e a Recopa Sul-Americana de 2022.</Texto Original><Traducao>Tii âmbito internacional, tii clube conquista pã Copa Mercosul 1998 nikã Recopa Sul- Americana 2022 nikã.</Traducao></row>
<row _id="142"><Texto Original>Eleito o melhor time do mundo de 2021 no ranking da Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS, na sigla em inglês), o Palmeiras é a equipe brasileira com o maior número de títulos de abrangência nacional conquistados, sendo o único a vencer todas as competições oficiais que disputou criadas no País, inicialmente pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD) e, a partir de 1980, pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).</Texto Original><Traducao>Eleito me'rĩrĩ time do mundo 2021 nikã tii raking Federação Internacional tii ki'ti estatística Futebol ( IFFHS, tii sigla inglês me'rã) , too pa'meiras  nisa tii kura brasileira pahiro número titulos abrangência nacional conquista no'ke, thowero nikarõ vence pã nipe'tise competições oficiais a'peke bahurẽke tii País, nɨ'kãrõ Confederação Brasileira de Desportos ( CBD) , 1980 nɨ'kãrõ, Confederação Brasileira de Futebol ( CBF) khãrõ.</Traducao></row>
<row _id="143"><Texto Original>O alviverde possui 18 conquistas deste porte, com destaque maior para seus 12 títulos do Campeonato Brasileiro (atual recordista): 1960, 1967,(1) 1967,(2) 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018, 2022 e 2023.</Texto Original><Traducao>Tii ya'saro kɨosa 18 conquistas tii porte ka'se, too destaque pahiro tere 12 titulos tii campeonato Brasileiro ( nikarõ recordista): 1960-1976, (1) 1967,(2)1969,1972,1973,1993,1994,2016,2018,2022 e 2023.</Traducao></row>
<row _id="144"><Texto Original>Além destes campeonatos, o Palmeiras já venceu no país as Copas do Brasil de 1998, 2012, 2015 e de 2020, a Supercopa do Brasil de 2023 e a Copa dos Campeões de 2000, competições também organizadas pela entidade máxima do futebol brasileiro.</Texto Original><Traducao>Tii campeonato re, Palmeiras vence pã pais pɨre Copas do Brasil 1998 nikã, 2012, 2015 thonikã 2020, Supercopa do Brasil 2023 nikã thonikã Copa dos Campẽoes 2000 nikã, competições organiza ño'ke tii entidade máxima futebol brasileiro ka'se.</Traducao></row>
<row _id="145"><Texto Original>No Estado de São Paulo, o Palmeiras também é um dos principais vencedores, com 26 conquistas do Campeonato Paulista de Futebol e mais dois títulos extra da mesma competição.</Texto Original><Traducao>Estado de São Paulo pɨre, Palmeiras thonikã nisa nikarõ principais vencedores, kɨosa 26 conquistas Campeonato Paulista de Futebol ka'se kɨosa pɨa titulos extra tita competição kharõ.</Traducao></row>
<row _id="146"><Texto Original>Em 1996, o alviverde conquistou o estadual daquele ano com a melhor campanha de uma equipe na era profissional neste campeonato.</Texto Original><Traducao>1996 nikã, ya'saro conquista pã estadual tita kɨ'marẽ tii melhor campanha nikã equipe tii era profissional tii campeonato.</Traducao></row>
<row _id="147"><Texto Original>Na ocasião, foi campeão com 83 pontos ganhos em 90 possíveis, com um índice de aproveitamento de 92,2% dos pontos disputados e 102 gols marcados em 30 jogos realizados.</Texto Original><Traducao>Tita ocasião, wa'pã campeão 83 pontos me'rã 90 possiveis ganhod me'rã, nikã índice aproveitamento 92,2% tee ponto disputa no'ke 102 gols marca no'ke 30 jogos realizake me'rã.</Traducao></row>
<row _id="148"><Texto Original>Desde então, esta marca jamais foi alcançada por qualquer outra equipe na competição.</Texto Original><Traducao>Titare mahã, tii marca nee ni'kãti alcança no'tipã nee a'pe equipe tii competição ka'se.</Traducao></row>
<row _id="149"><Texto Original>No mais recente Ranking Nacional de Clubes da CBF, que leva em conta o comportamento das equipes nas últimas cinco temporadas e que foi divulgado em dezembro de 2023, o Palmeiras é o segundo colocado, com 15 372 pontos.</Texto Original><Traducao>Tii recente Ranking Nacional de Clubes da CBF, miapã tii conta comportamento tee equipe ultimas cinco temporadas divulga no'pã dezembro 2023 nikã, Palmeiras  segundo colocado nipã, 15 372 pontos me'rã.</Traducao></row>
<row _id="150"><Texto Original>No último ranking da confederação que levou em conta um período histórico mais abrangente do futebol brasileiro e que foi divulgado em 2011, o Palmeiras foi o líder, com 2 366 pontos.</Texto Original><Traducao>Nitɨori ranking confederação miapã tii conta nikã periodo ki'ti a'pɨti abrangente tii futebol brasileiro divulga no'pã 2011 nikã, palmeiras lider wa'pã, 2 366 pontos nikã .</Traducao></row>
<row _id="151"><Texto Original>Em 2005, no dia 11 de outubro, foi sancionada na cidade de São Paulo a Lei n.</Texto Original><Traducao>2005 nikã , 11 de outubro nɨmɨ nikã, sanciona no'pã tii ma'kã São Paulo tii Lei n.</Traducao></row>
<row _id="152"><Texto Original>º 14 060, que definiu o dia 20 de setembro como o "Dia da Sociedade Esportiva Palmeiras", que passou a ser lembrado anualmente na capital paulista, já que passou a integrar o Calendário Oficial do Município.</Texto Original><Traducao>14 060 , definipã tii nɨmɨ 20 de setembro nikã " Dia A'mesɨaro Esportiva Palmeiras", thowero wa'kũ no'pã kɨ'marĩ nɨ'kɨ̃ capital paulista, thowero integrar pã Calendário Oficial tii Município.</Traducao></row>
<row _id="153"><Texto Original>Sociedade Fabiana</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Fabiana</Traducao></row>
<row _id="154"><Texto Original>A Sociedade Fabiana é uma organização socialista britânica cujo propósito é promover os princípios da social-democracia e do socialismo democrático através de esforços gradualistas e reformistas, e não pela revolução.</Texto Original><Traducao>A'mesɨaso Fabiana nikã organização nisa socialista britânica tii propósito nii promover tee principios socioal- democracia tii socialismo democrático tee esforços gradualista reformistas, revolução me'ra mehetã nipã.</Traducao></row>
<row _id="155"><Texto Original>Como uma das organizações fundadoras do Comitê de Representação Trabalhista em 1900, e como uma importante influência sobre o Partido Trabalhista que cresceu a partir dele, a Sociedade Fabiana teve uma poderosa influência na política britânica.</Texto Original><Traducao>Nikãrõ organizações fundadoras tii Comitê Representação Trabalhista 1900 nikã ,  nikã importante influência too ka'se Partido Trabalhista tee me'rã bɨ'kɨapã, tii a'mesɨase Fabiana kɨopã nikã poderosa influência política britânica me'rã.</Traducao></row>
<row _id="156"><Texto Original>Outros membros da Sociedade Fabiana incluíram líderes políticos de outros países, como Jawaharlal Nehru, que adotaram os princípios fabianos como parte de suas próprias ideologias políticas.</Texto Original><Traducao>A'perã membros tii A'mesɨase Fabiana inclui no'pã wiorã políticos a'peye países kharã, a'rĩ Jawaharlal Nehru, adotapã tee princípios fabianos tee parte naye próprias ideologias políticas.</Traducao></row>
<row _id="157"><Texto Original>A Sociedade Fabiana fundou a London School of Economics em 1895.</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Fabiana funda no'pã London School of Economics 1895 nikã</Traducao></row>
<row _id="158"><Texto Original>Hoje, a sociedade funciona principalmente como um think tank e é uma das 20 sociedades socialistas afiliadas ao Partido Trabalhista.</Texto Original><Traducao>nikãrõrẽ, tee a'mesɨase funcionasa principalmente</Traducao></row>
<row _id="159"><Texto Original>Sociedades semelhantes existem na Austrália (Australian Fabian Society), no Canadá (Douglas-Coldwell Foundation e a agora dissolvida League for Social Reconstruction), na Sicília (Sicilian Fabian Society) e na Nova Zelândia (The NZ Fabian Society).</Texto Original><Traducao>A'mesɨase toho bahuse nisa Austráalia pɨ ( Australian Fabian Society ), Canadá pɨ( Douglas-Coldwell Foundation nikãrõrẽ dissolvida League for Social Reconstruction) Sicilia pɨ ( Sicilian Fabian Society) Nova Zelândia pɨ ( The NZ Fabian Society).</Traducao></row>
<row _id="160"><Texto Original>Sociedade Kaiser Wilhelm</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Kaiser Wilhelm</Traducao></row>
<row _id="161"><Texto Original>A Sociedade Kaiser Wilhelm (em alemão:  Kaiser-Wilhelm-Gesellschaft zur Förderung der Wissenschaften e.</Texto Original><Traducao>Tii A'mesɨase Kaiser Wilhelm ( alemão me'rã : Kaiser - Wilhelm-Gesellschaft zur Förderung der Wissenschaften e.</Traducao></row>
<row _id="162"><Texto Original>V. - KWG) foi até o final da Segunda Guerra Mundial a mantenedora dos Institutos Kaiser Wilhelm (em alemão:  Kaiser-Wilhelm-Institute - KWI), consolidadas instituições de pesquisa devotadas a pesquisas básicas na Alemanha.</Texto Original><Traducao>V.-KWG) wa'pã pe'tiro Segunda Guerra Mundial mantenedora tee Institutos Kaiser Wilhelm ( alemão me'rã : Kaiser-Wilhelm-Institute-KWI), consolida no'pã tee instituições pesquisa ka'se devotadas tee pesquisas básɨcas Alemanha pɨ.</Traducao></row>
<row _id="163"><Texto Original>A KWG estava localizada em Berlim.</Texto Original><Traducao>KWG tohasa Berlim Pɨ.</Traducao></row>
<row _id="164"><Texto Original>Após a Segunda Guerra Mundial seus institutos foram paulatinamente encampados pela recém fundada Sociedade Max Planck.</Texto Original><Traducao>Segunda Guerra Mundial be'ro tee institutos wa'pã paulatinamente acampake too recém bahurenkaro A'mesɨaro Max Planck.</Traducao></row>
<row _id="165"><Texto Original>O desmembramento definitivo da KWG ocorreu em 21 de junho de 1960.</Texto Original><Traducao>tii desmembramento definitivo KWG khãrõ ocorre pã 21 junho 1960 nikã.</Traducao></row>
<row _id="166"><Texto Original>Os membros científicos da KWG são referenciados na Lista dos Cientistas Associados da Sociedade Kaiser Wilhelm.</Texto Original><Traducao>Tee membros científicos KWG ka'se diferenciado nisa tee Lista Cientista Associados a'mesɨase Kaiser Wilhelm.</Traducao></row>
<row _id="167"><Texto Original>É conhecido por ser um dos institutos pioneiros nos estudos eugênicos na Alemanha de Weimar com fundos doados pela Fundação Rockefeller.</Texto Original><Traducao>Ma'sĩ no'sa nikã instituto pioneiro bo'ese eugênicos Alemanha pɨ Wimar yee tee fundo doadoke me'rã Fundação Rockefeller ka'se.</Traducao></row>
<row _id="168"><Texto Original>Teve entre seus membros um dos principais eugenistas alemães, o antropólogo Eugen Fischer.</Texto Original><Traducao>Naa wa'tero membros nipã principais eugenistas alemães , kɨ̃ antropólogo Eugen Fischer.</Traducao></row>
<row _id="169"><Texto Original>Sociedade civil</Texto Original><Traducao>A'mesɨase Civil</Traducao></row>
<row _id="170"><Texto Original>Sociedade civil refere-se ao conjunto das organizações voluntárias que servem como mecanismos de articulação de uma sociedade, por oposição às estruturas apoiadas pela força de um Estado (independentemente de seu sistema político).</Texto Original><Traducao>A'mesɨase civil nisa nikã kura tee organizacões voluntárias servisé mecanismos weronu tii articulação nikã a'mesɨaro, too oposição tee estruturas apoia no'ke tee tu'tuase nikã Estado ka'se ( Independente naye sistema político ka'se).</Traducao></row>
<row _id="171"><Texto Original>Sociedade de consumo</Texto Original><Traducao>A'mesɨase consumo ka'se</Traducao></row>
<row _id="172"><Texto Original>Sociedade de consumo é um termo utilizado para designar o tipo de sociedade que se encontra em uma etapa avançada de desenvolvimento industrial capitalista, onde a elevada produção de bens e serviços aumenta consequentemente o consumo massivo.</Texto Original><Traducao>A'mesɨase consumo ka'se nisa nikã termo utiliza no'se designarã nikarõ nisetiro a'mesɨaro bo'kasa nikã etapa avançada tii desenvolvimento Industrial Capitalista, no'o eleva no'karo produção bens ka'se tee serviço bɨ'kɨsa tee me'rã tii consumo massivo.</Traducao></row>
<row _id="173"><Texto Original>O conceito de sociedade de consumo está ligado a economia de mercado, a qual encontra o equilíbrio entre oferta e demanda, através da livre circulação de capital, produtos e pessoas, sem intervenção estatal.</Texto Original><Traducao>Tii conceito too a'mesɨaro consumo khãrõ liga ka'ro nisa economia mercado , tore bo'kasa equiĺbrio too wa'tero oferta demanda me'rã, too wa'tero livre circulação tii capital, produtos ma'sã me'rã, intervenção marĩrõ estatal.</Traducao></row>
<row _id="174"><Texto Original>Também está fortemente ligado ao conceito de capitalismo.</Texto Original><Traducao>Thonikã nisa tu'tuaro me'rã ligado tii conceito de capitalismo me'rã</Traducao></row>
<row _id="175"><Texto Original>Do ponto de vista antropológico, entende-se que esses exageros característicos das sociedades de consumo são provenientes de fatores sociais e culturais.</Texto Original><Traducao>Tii ponto de vista antropológico, tɨ'oña no'sa tee exageros nisetise tee a'mesɨase consumo ka'se nisa provenientes fatores sociais ka'se culturais me'rã.</Traducao></row>
<row _id="176"><Texto Original>Contudo, fatores históricos não podem ser descartados, uma vez que mudanças nos modos de produção a partir de uma revolução industrial aumentaram os níveis de produção, somando-se aos fatores sociais.</Texto Original><Traducao>Pehe, fatores ki'ti descarta no'o marĩsa , nikãti mudança me'rã tee modos produção ka'se revolução industrial me'rã  bɨ'kɨapã tee níveis produção ka'se, soma no'ke tee fatores a'mesɨase.</Traducao></row>
<row _id="177"><Texto Original>Sociedade de responsabilidade limitada</Texto Original><Traducao>A'mesɨase tii responsabilidade limitada.</Traducao></row>
<row _id="178"><Texto Original>A sociedade de responsabilidade limitada, também conhecida como sociedade limitada (normalmente abreviado por LTDA.</Texto Original><Traducao>Tee a'mesɨase respnsabilidade limitada me'rã, thonikã ma'sĩ no'sa nikã a'mesɨase limitada( nii wɨaro abreviado LTDA me'rã.</Traducao></row>
<row _id="179"><Texto Original>ou Ltda.</Texto Original><Traducao>a'pero Ltda.</Traducao></row>
<row _id="180"><Texto Original>),  é um tipo específico de empresa em que os sócios não podem ser responsabilizados pelos prejuízos advindos da atividade da sociedade para além das suas participações (quotas ou cotas), salvo em casos especiais, previstos em lei, como no abuso da personalidade jurídica (art.</Texto Original><Traducao>) Nikã tipo específico tii empresa ka'se naa sócios responsabiliza no'orã marĩsama tee prejuízo ka'se atividades tee a'mesɨase a'tikere ninemorõ naye participações ( quotas a'pero cotas), salva no'sa tee casos especiais nikã, lei pɨ nise, tee abuso personalidade jurídicas nise (art.</Traducao></row>
<row _id="181"><Texto Original>50 do CC) e relativamente aos tributos devidos, após a liquidação da sociedade (art.134, VII, CTN).</Texto Original><Traducao>50 do CC) Tee relativamente tributos wa'pa mose, too be'ro liquidação a'mesɨase ( art.134, VII, CTN).</Traducao></row>
<row _id="182"><Texto Original>Tal arranjo tem o objetivo de proteger o patrimônio pessoal dos sócios no caso de falência ou outro mecanismo jurídico que determine o fim da sociedade empresária.</Texto Original><Traducao>Tii arranjo kɨosa objetivo ka'motaro tee patrimônio pessoal naa sócio tee caso falência nikã a'pe mecanismo juridico determinasa too pe'tiro sociedade a'mesɨaro empresária.</Traducao></row>
<row _id="183"><Texto Original>Sociedade em rede é um conceito dentro da sociologia para designar uma sociedade organizada a partir de um sistema comunicacional mediado por tecnologias.</Texto Original><Traducao>A'mesɨaro rede me'rã nikã conceito nisa sociologia po'peapɨ tere designar nikarõ a'mesɨaro organiza karo  nikarõ sistema comucacional media karo tecnologia ka'se.</Traducao></row>
<row _id="184"><Texto Original>Sendo sociedade um conceito definido como um "sistema de interações humanas culturalmente padronizadas" e o termo rede como um “conjunto de coisas interligadas”, logo, essa expressão pode ser entendida como um fenômeno promovido a longo prazo, representado por redes tecnológicas de informação e comunicação que promovem um sistema de interações humanas baseadas em um ciberespaço.</Texto Original><Traducao>Toho wero a'mesɨakaro nikã conceito defini karo nikarõ " sistema de interações humanas culturalmente padronizadas " tii termo rede nikarõ me'rã " conjunto a'peye nuhũ interligadas", thowero, tii expressão nii tɨ'oña no'sa nikã fenômeno promoveke yoakã prazo, representa no'se redes tecnologicas informação ka'se comunicação promove sama nikã sistema interações humanas ka'se baseke nikarõ ciberespaçopɨ.</Traducao></row>
<row _id="185"><Texto Original>As interações dessa sociedade acontecem dentro de um ambiente virtual, ocasionando um imediatismo e facilitação das interações.</Texto Original><Traducao>Tee interações tii a'mesɨaro acontecesá nikãrõ ambiente virtual po'peapɨ, ocasiosá nikarõ imediatismo ba'siose interações.</Traducao></row>
<row _id="186"><Texto Original>O termo foi cunhado pelo professor de Sociologia e Ciências da Natureza holandês Jan Van Dijck, em sua obra The Network Society publicada originalmente em 1991 e mais tarde remodelado, em 1996, pelo sociólogo espanhol Manuel Castells na obra The Rise of the Network Society.</Texto Original><Traducao>Tii termo nipĩ cunhado kɨ̃ bo'ese Sociologia khɨ̃ Ciências Natureza ka'se holandês Jan Van Dijck, kɨ̃ da'rake The Network Society publicake originalmente 1991 nikã be'ro pe're remodelado, 1996 nikã, kɨ̃ sociólogo espanhol Manuel Castells tee da'rake The Rise of the Network Society.</Traducao></row>
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